Convivendo com a pessoa com esquizofrenia: perspectiva de familiares doi: 10.4025/cienccuidsaude.v11i4.21652
DOI:
https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v11i4.21652Palavras-chave:
Esquizofrenia, Família, Saúde Mental.Resumo
O presente estudo é de caráter qualitativo-descritivo e objetivou conhecer a percepção de familiares sobre convivência com uma pessoa esquizofrênica no âmbito familiar. Nele foram envolvidos dez familiares de indivíduos com diagnóstico médico de esquizofrenia que eram atendidos por um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de um município do Estado do Rio Grande do Sul - Brasil. Os dados foram obtidos por meio de entrevista aberta e o estudo seguiu todos os preceitos éticos estabelecidos para pesquisas com seres humanos. A convivência familiar é difícil, permeada por sentimentos como medo, preocupação, tristeza e sofrimento relacionados à sobrecarga imposta, e pelo desconhecimento da doença e da maneira de lidar com o familiar. Os tratamentos medicamentoso e psicossocial se constituem em elementos facilitadores para a convivência familiar. Existem lacunas que precisam ser preenchidas, com a inclusão de familiares na assistência prestada e a implementação de novas tecnologias que visem à integração da rede de atenção à saúde mental e participação dos familiares no cuidado, o que implica em uma maior responsabilidade dos gestores para com os familiaresDownloads
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Convivendo com a pessoa com esquizofrenia: perspectiva de familiares doi: 10.4025/cienccuidsaude.v11i4.21652. (2013). Ciência, Cuidado E Saúde, 11(4), 657-664. https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v11i4.21652








