Fortalezas e fragilidades no ensino das doenças crônicas não transmissíveis no curso de enfermagem
DOI:
https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v19i0.50409Palavras-chave:
Enfermagem. Doença Crônica. Educação em Enfermagem.Resumo
Objetivo: analisar as fragilidades e fortalezas no processo de formação profissional do enfermeiro perante o cuidado de pessoas com Doenças Crônicas Não Transmissíveis. Métodos: trata-se de uma pesquisa qualitativa, estudo de caso, analítico e exploratório. A coleta de dados foi no curso de graduação em Enfermagem de uma universidade na região Sul do Brasil. Realizaram-se entrevistas com estudantes e professores, bem como análise documental do Projeto Político Pedagógico do Curso e de Planos de Ensino. Resultados: entre as fragilidades, identificaram-se as subcategorias: organização da matriz curricular como fator limitador nos cenários de aprendizagem da prática e invisibilidade da família no contexto de cuidado. Como potencialidade, identificou-se a subcategoria: atividades de pesquisa e extensão relacionadas à s doenças crônicas. Conclusão: implementar um curso em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Enfermagem constitui tarefa desafiadora. Conclui-se que há um movimento em prol da articulação entre ensino, pesquisa e extensão visando atender à s demandas do setor saúde e, principalmente, de viabilidade para que ampla maioria dos discentes consiga participar. Conquanto, é fundamental a revisão do Projeto Pedagógico do Curso para se adequar à s diretrizes e à s próprias práticas que já vêm sendo desenvolvidas no curso.
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