Promovendo o autocuidado de famílias “grávidas”: uma aproximação entre a enfermeira e as famílias na fase de aquisição

Autores

  • Mara Carla Oliveira Okiyama UFSC Autor
  • Marisa Monticelli UFSC Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v4i1.5377

Palavras-chave:

Enfermagem, Família, Autocuidado, Gestação.

Resumo

Trata-se de um relato reflexivo sobre uma prática assistencial que teve como objetivo promover famílias "grávidas" em unidades e agentes de autocuidado, tendo por fundamento teórico a abordagem do autocuidado da enfermeira Dorotea Orem e a teoria do desenvolvimento da família, particularmente a vivência da fase de aquisição ou expansão. A metodologia assistencial de enfermagem envolveu a operacionalização de quatro etapas sistemáticas e complementares, que foram desenvolvidas com duas famílias "grávidas", em seus respectivos domicílios, ambos localizados em uma comunidade interiorana da ilha de Santa Catarina. A vivência com as famílias oportunizou a identificação das suas necessidadese a forças de autocuidado, bem como o planejamento compartilhado em direção à conquista da saúde familial, além da promoção efetiva dessas famílias como agentes do cuidado de si. Foi possível caminhar ao lado das famílias, disponibilizando estratégias para o cuidado, mas trabalhando para que as próprias famílias adotassem aquelas que seriam mais covenientes e apropriadas para assumir o papel de cuidar de si.

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Biografia do Autor

  • Mara Carla Oliveira Okiyama, UFSC
    possui graduação em Enfermagem pela Universidade Federal de Goiás (2002) e especialização em Enfermagem no Cuidado à Familia pela Universidade Federal de Santa Catarina (2004) . Atualmente é Enfermeira do Programa de Saúde da Família da Prefeitura Municipal de São José. Tem experiência na área de Enfermagem. Currículo Lattes

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Publicado

2008-10-07

Edição

Seção

Relatos de experiência

Como Citar

Promovendo o autocuidado de famílias “grávidas”: uma aproximação entre a enfermeira e as famílias na fase de aquisição. (2008). Ciência, Cuidado E Saúde, 4(1), 089-094. https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v4i1.5377