Impresiones y emociones de Júlio de Matos (1856-1922) sobre Oporto y sus instituciones entre finales del siglo XIX y principios del XX

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.4025/dialogos.v29i2.77479

Palabras clave:

Júlio de Matos, Historia de las emociones, Historia de la Psiquiatría (Portugal), Oporto (siglos XIX-XX), Asistencia (Alienados)

Resumen

Este artículo analiza la correspondencia personal de Júlio de Matos, psiquiatra portugués que desempeñó un papel importante en la reorganización de la atención a los marginados, lo que le valió la animosidad de la Misericórdia do Porto. La correspondencia intercambiada con diversos destinatarios, incluyendo familiares, permite acceder a las emociones y sentimientos del médico, en lo que constituye un proceso de catarsis ante las dificultades que experimentó tras la disputa en la que se vio envuelto con la Santa Casa do Porto. En sus cartas, la ciudad de Oporto, sus habitantes e instituciones adquieren rasgos caricaturizados, incluso patológicos, y la severidad de las palabras y observaciones muestra el desaliento y la tristeza que afligían a Júlio de Matos.

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Biografía del autor/a

  • Tânia Sofia Correia Ferreira, Universidade do Minho (UMINHO). Braga, PMi-PT

    Doutoranda em História Contemporânea (FCT) na Universidade do Minho com o projeto “Prevenir e intervir para fazer viver: as preocupações sanitárias em Portugal (1834-1918). É autora, e coautora, de artigos como, Ciudades portuguesas durante y después de las epidemias: memorias, impactos y transformaciones. El caso de la ciudad de Porto, In “La ciudad contemporânea frente a la amenaza de las pandemias”, Universidade Veracruzana Dirección Editorial, VeraCruz (2024); “'Vamos, senhores: em nome da civilização calcem-se!' A campanha contra o pé descalço na primeira metade do século XX", Anais do Instituto de Higiene e Medicina Tropical (2024); Dominar o corpo para regular a mente. Os meios de contenção nos asilos de alienados no século XIX, In “Reflexões sobre a História do Corpo. Visões interdisciplinares”, Lab2PT, (2024); A Gripe Espanhola em Guimarães: crise e estratégias de recuperação (“Olhares cruzados sobre a história da saúde da Idade Média à contemporaneidade” (2022); A pelagra em Portugal. Entre carência nutritiva e intoxicação alimentar (CEM nº 13, 2021); A utilização "científica" da fotografia no estudo e diagnóstico da alienação mental (REVELAR, 2020), entre outras contribuições em congressos nacionais e internacionais.

  • Alexandra Esteves, Universidade do Minho (UMINHO). Braga-PMi, PT

    Doutora em História Contemporânea e professora associada com agregação do Departamento de História da Universidade do Minho, na qual também exerce as funções de diretora do Mestrado em Património Cultural e de vice-presidente para a Investigação do Instituto de Ciências Sociais. É, ainda, investigadora integrada do Laboratório de Paisagens, Património e Território (Lab2PT) do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, onde coordena o grupo Lands, e investigadora colaboradora do Centro de Estudos Filosóficos e Humanísticos da Universidade Católica Portuguesa. Nos últimos anos, a sua atividade investigativa tem incidido sobre matérias que se inserem nas áreas da História Social (saúde, doença, assistência, marginalidade, violência, prisões), e da História do Turismo e das Sociabilidades, incluindo questões relacionadas com o lazer, instituições e relações sociais, entre os séculos XVIII e XX.

Referencias

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Publicado

2026-03-13

Cómo citar

Impresiones y emociones de Júlio de Matos (1856-1922) sobre Oporto y sus instituciones entre finales del siglo XIX y principios del XX. (2026). Dialogos, 29(2), 203-225. https://doi.org/10.4025/dialogos.v29i2.77479