A ecologia política nas fronteiras do saber e do poder em território tradicionalmente ocupado: o saber-fazer das chamadas quebradeiras de coco na Amazônia

Autores

  • Jodival Maurício Costa Universidade Federal do Amapá Autor
  • Joaquim Shiraishi Neto Universidade Federal do Maranhão Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/dialogos.v24i2.53373

Palavras-chave:

Palabras clave: Ecología política, descolonialidad, Amazonía. Rompedores de coco

Resumo

O objetivo deste artigo é fomentar o debate para o pensamento científico do papel da ecologia política na descolonialidade do saber e do poder na região Amazônica. O trabalho está dividido em duas parte: a primeira faz uma discussão sobre a expansão da modernidade para o Sul e a construção da colonialidade moderna; na segunda trazemos a experiência das chamadas quebradeiras de coco babaçu, em face da construção de uma “natureza-mundo”, resultado dos processos de colonização e globalização. O momento atual expressa um acirramento dos conflitos envolvendo distintos modos de representação e uso da natureza dessas comunidades. A metodologia utiliza os conceitos de ecologia política, pluriverso, bem-viver e decolonialidade como bases da ideia de uma natureza das comunidades amazônicas que se constitui como conflitante à “natureza-mundo”, que se alicerça na lógica do recurso como substrato material de uma economia de mercado.

 

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Biografia do Autor

  • Jodival Maurício Costa, Universidade Federal do Amapá

    Doutor em Doutor em Ciências - Ciência Ambiental. Professor Adjunto da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), do Curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo e do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Fronteira (PPGEF)e Programa de Pós- Graduação em Geografia (PPGEO).

  • Joaquim Shiraishi Neto, Universidade Federal do Maranhão

    Professor visitante da Universidade Federal do Maranhão, vinculado ao Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais (PPGCsoc-UFMA).

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Publicado

2020-08-07

Como Citar

A ecologia política nas fronteiras do saber e do poder em território tradicionalmente ocupado: o saber-fazer das chamadas quebradeiras de coco na Amazônia. (2020). Dialogos, 24(2), 292-324. https://doi.org/10.4025/dialogos.v24i2.53373