POLÃTICAS PÚBLICAS EM SAÚDE: DESENVOLVIMENTO OU RETROCESSO?

Autores/as

  • Janério Manoel Jacinto PGE/UEM Autor/a
  • Nestor Alexandre Perehouskei Universidade Estadual de Maringá Autor/a
  • Paulo Sergio Ribeiro PGE/UEM Autor/a
  • Robison Tiago Coradeli PGE/UEM Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.4025/revpercurso.v2i2.10483

Palabras clave:

Políticas públicas, Aids, território, associação, consórcio, relações de poder

Resumen

O presente trabalho faz uma avaliação das políticas públicas introduzidas no setor de saúde no segmento da Aids que, historicamente, teve o apoio das organizações não governamentais (ONGs) junto ao poder público, tanto na prevenção às populações em situação de risco, como no apoio ao tratamento às pessoas que vivem e convivem com Aids. Nessa trajetória, a sociedade civil organizada foi também parceira das associações e consórcios intermunicipais, pois sempre pactuaram suas ações em escalas regionais. A partir de referencial teórico sobre as relações de poder e investigação qualitativa da experiência das ONGs do município de Maringá, é possível identificar os impactos ocorrido no setor, principalmente a partir do "Pacto em Saúde", adotado como política pública a partir de 2006 e as perspectivas futuras para este segmento.

Biografía del autor/a

  • Janério Manoel Jacinto, PGE/UEM
    Doutorando pelo Programa de Pós Graduação em Geografia da Universidade Estadual de Maringá
  • Nestor Alexandre Perehouskei, Universidade Estadual de Maringá
    Doutorando pelo Programa de Pós Graduação em Geografia da Universidade Estadual de Maringá, Departamento de Geografia: Geografia física e humana
  • Paulo Sergio Ribeiro, PGE/UEM
    Mestrando pelo Programa de Pós Graduação em Geografia da Universidade Estadual de Maringá
  • Robison Tiago Coradeli, PGE/UEM

    Mestrando pelo Programa de Pós Graduação em Geografia da Universidade Estadual de Maringá

Publicado

2010-12-07

Número

Sección

Artigos