O Dia de Anchieta: “para retemperar a fé e reforjar os sentimentos de brasilidade”

Autores

  • Eliane Cristina Deckmann Fleck Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) Autor
  • Rafael Kasper Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/rbhranpuh.v2i5.30158

Palavras-chave:

José de Anchieta, regime militar, Igreja Católica, beatificação, nacionalidade

Resumo

O artigo analisa os discursos e conferências proferidos no Ciclo de Palestras promovido pela Comissão Nacional para as Comemorações do Dia de Anchieta – reunidos na Coletânea Anchietana –, com o objetivo de desvendar as razões para a instituição da data em 1965, momento de implantação da ditadura militar no Brasil. Ao apresentar José de Anchieta como precursor da nacionalidade brasileira, como guardião da moral e exemplo de santidade, intelectuais brasileiros e estrangeiros, autoridades civis e militares e representantes da Igreja Católica evidenciam não apenas as condutas consideradas fundamentais para a sociedade brasileira, como justificam e evocam a retomada do processo de beatificação do missionário jesuíta.

Biografia do Autor

  • Eliane Cristina Deckmann Fleck, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos)
    Doutora em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e Professora Titular da Graduação e do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).
  • Rafael Kasper, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos)
    Graduando do Curso de História da Universidade do Vale do Rio dos Sinos e Bolsista PIBIC-CNPq

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ARTIGOS LIVRES

Como Citar

Fleck, E. C. D., & Kasper, R. (2015). O Dia de Anchieta: “para retemperar a fé e reforjar os sentimentos de brasilidade”. Revista Brasileira De História Das Religiões, 2(5). https://doi.org/10.4025/rbhranpuh.v2i5.30158