ESPAÇO SAGRADO E SACRALIZAÇÃO DO ESPAÇO: ASPECTOS DA PROCISSÃO DE CORPUS CHRISTI EM MARINGÃ-PR

Autores

  • Solange Ramos de Andrade Universidade Estadual de Maringá Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/rbhranpuh.v4i11.30406

Palavras-chave:

Corpus Christi, espaço sacralizado, Igreja católica

Resumo

Iniciada em 1246, na cidade de Liège, atual Bélgica, e estendida à Igreja latina em 1264 pelo Papa Urbano IV, a Solenidade Litúrgica do Corpo e Sangue de Cristo, o Corpus Christi, chegou ao Brasil no século XIV, por intermédio dos portugueses no contexto de expansão da Cristandade. A procissão de Corpus Christi prolonga o ritual da Eucaristia: logo após a missa, a hóstia consagrada é levada para fora do espaço sagrado, a fim de que os fiéis dêem testemunho público de fé e de veneração ao Santíssimo Sacramento. Trata-se de um ritual que contempla a existência de dois espaços: inicia-se no espaço sagrado da igreja e continua no espaço sacralizado, da cidade, decorado por tapetes feitos especialmente para a procissão. Nela estão obrigados a participar todos os clérigos, as ordens religiosas e os grupos católicos da localidade. Minha proposta é apresentar o ritual de Corpus Christi na Catedral Nossa Senhora da Glória, Arquidiocese de Maringá, a partir das imagens representadas nos tapetes sobre os quais a procissão se realiza e que inserem o sagrado no espaço urbano.

Biografia do Autor

  • Solange Ramos de Andrade, Universidade Estadual de Maringá
    Professora do Departamento de História e do Programa de Pós Graduação em História da Universidade Estadual de Maringá. Bolsista Produtividade em Pesquisa pela Fundação Araucária.

Downloads

Edição

Seção

ARTIGOS LIVRES

Como Citar

Andrade, S. R. de. (2015). ESPAÇO SAGRADO E SACRALIZAÇÃO DO ESPAÇO: ASPECTOS DA PROCISSÃO DE CORPUS CHRISTI EM MARINGÁ-PR. Revista Brasileira De História Das Religiões, 4(11). https://doi.org/10.4025/rbhranpuh.v4i11.30406