Felipe Melanchthon (1497-1560): pedagogo da Reforma protestante, patrimônio da educação

Autores

  • Claudete Beise Ulrich Faculdade Unida – Vitória/ES Autor
  • João Klug UFSC Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/rbhranpuh.v8i24.30706

Palavras-chave:

Educação. Reforma. Melanchthon. Alemanha

Resumo

Felipe Melanchthon foi um personagem fundamental da reforma protestante do século XVI, pouco conhecido no Brasil e na América Latina. Ele era um humanista, considerado "Professor da Alemanha", importante pedagogo da Reforma Protestante, um patrimônio da educação. A atuação de Melanchthon foi tão importante quanto a de Lutero. O presente artigo pretende contribuir na reflexão dos festejos dos 500 anos de Reforma Protestante, que serão celebrados em 2017. Como fontes de pesquisa, utilizou-se vários materiais bibliográficos, tais como: biografias, artigos, textos, bem como livros e textos escritos pelo próprio Melanchthon, além de visitas realizadas, em vários museus na Alemanha, especialmente na cidade de Wittenberg. Para o humanista Melanchthon a educação necessitava ser melhorada continuamente, onde a alegria e a disciplina eram, em seu entender, elementos fundantes no ensinar e no aprender.

Biografia do Autor

  • Claudete Beise Ulrich, Faculdade Unida – Vitória/ES

    Doutora em Teologia pela EST - São Leopoldo/RS. Pós-doutorado júnior em história pela UFSC – Florianópolis/SC. Trabalhou como colaboradora ecumênica e coordenadora de Estudos na Alemanha de 2009 a 2015. Atualmente, é professora e na graduação e na pós-graduação na Faculdade Unida – Vitória/ES.

  • João Klug, UFSC
    Doutor em História – UFSC – Florianópolis/SC. Pós-doutorado na Universidade Livre de Berlim, Alemanha. Professor efetivo de História na graduação e na pós-graduação na UFSC – Florianópolis/SC. Autor de vários livros. Colaborou na pesquisa do livro de Chico Buarque de Holanda, meu  irmão  alemão.

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Como Citar

Felipe Melanchthon (1497-1560): pedagogo da Reforma protestante, patrimônio da educação. (2016). Revista Brasileira De História Das Religiões, 8(24), 149-170. https://doi.org/10.4025/rbhranpuh.v8i24.30706