[1]
“O comportamento de risco para transtornos alimentares atenua o desempenho nas provas dos 100m e 200m livre em nadadoras?”, JPhysEduc (Maringá), vol. 28, nº 1, p. e-2828, maio 2017, Acesso em: 4º de junho de 2026. [Online]. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/26834