REPRODUÇÃO INDUZIDA DO DOURADO (Salminus maxillosus Valenciennes, 1849), NA ESTAÇÃO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL DE VOLTA GRANDE-Cemig/EPDA-VG
Palavras-chave:
reprodução induzida, Salminus maxillosus, cultivo semi-intensivoResumo
Foram trabalhados, na EPDA-VG, onze (11) reprodutores (5 fêmeas e 6 machos), com peso total de 18,6kg, dos quais 9,9kg eram de fêmeas. As fêmeas, durante a seleção, apresentaram abdome bastante volumoso, com papila genital avermelhada e os machos fluíam esperma abundantemente, apresentando espículas na nadadeira anal. Foram gastos, no total, 134 mg de hipófise de carpa comum, utilizando-se três doses para fêmeas e machos (0,25 - 0,5 - 5,0 mg de hipófises secas/kg de peso vivo), aplicadas na musculatura abaixo da nadadeira dorsal, usando 0,1 ml de soro fisiológico, por kg de peso corporal, como solvente. O intervalo entre as doses foi de 24 h e 12 h. Com a hora-grau variando entre 123 e 153 após a última dose, obteve-se uma eficiência à indução hormonal de 100%, sendo incubados 1.123 g de ovos, com taxa de fertilização média de 73%, nove horas após fertilização, resultando em 418.928 larvas. Dois dias após absorção do saco vitelínico, as pós-larvas de dourado foram transferidas para tanques externos e submetidas a um cultivo semi-intensivo. Ao final de 17 dias, em média, obtiveram-se 4.385 dourados com peso médio de 2,17g e comprimento total de 6,08 cm.Downloads
Publicado
2008-07-23
Edição
Seção
Ciências Biológicas