Estratégia política e competição eleitoral em Porto Alegre: algumas implicações sobre ao orçamento participativo nas eleições municipais de 2004-2008

Autores

  • Ailton de Souza UEMS- Universidade estadual do Mato Grosso do Sul. Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/revurut.vi29.20586

Resumo

Este artigo analisa a partir de dados secundários as estratégias de campanha e o efeito político do Orçamento Participativo - OP em Porto Alegre nos pleitos eleitorais de 2004 e 2008. A partir deste pressuposto busca identificar qual o papel do OP no processo eleitoral de Porto Alegre? Para responder o presente questionamento observamos no município três cenários: a discussão sobre a adoção do OP por governos não petistas; a ascensão petista ao governo e algumas estratégicas que vincularam o programa de OP aos discursos de campanha. Observarmos a partir deste exame que uma das estratégicas de campanha praticadas especialmente pela oposição petista no município foi de agregar eleitores simpatizantes do programa às propostas de campanha.

Biografia do Autor

  • Ailton de Souza, UEMS- Universidade estadual do Mato Grosso do Sul.

    Professor e pesquisador da Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul - UEMS. Suas linhas de pesquisa envolve a sociologia e a politica, especificadamente no que tange estudos sobre democracia, participação, sociedade ´civil e desenvolvimento local.

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Publicado

2013-11-22

Edição

Seção

Ciência Política

Como Citar

Estratégia política e competição eleitoral em Porto Alegre: algumas implicações sobre ao orçamento participativo nas eleições municipais de 2004-2008. (2013). Revista Urutágua, 29, 16-31. https://doi.org/10.4025/revurut.vi29.20586