Morte, preservação de línguas e limites da política linguística
DOI:
https://doi.org/10.4025/revurut.v0i19.7154Palavras-chave:
preservação, patrimônio imaterial, direito linguísticoResumo
A nova edição do Atlas das Línguas em Perigo no Mundo, publicada em fevereiro de 2009 pela Unesco, traz 190 línguas no Brasil ameaçadas em diferentes níveis de gradação. Tal fato inclui quase todas as línguas indígenas brasileiras. A Unesco aponta como justificativa para essa ocorrência a globalização, que tornou menor o mundo, em que as distâncias espacial e temporal diminuíram e o inglês pelo viés econômico e científico-tecnológico exerce forte domínio. Nosso objetivo é contrapor a extinção de línguas com a preservação, considerando aspectos do direito linguístico do falante e da cultura como patrimônio imaterial. Vale ressaltar que tais medidas pressupõem e nos impõem um debate ainda maior sobre teoria da cultura e alteridade, vitalidade das línguas e preservação.
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Publicado
2009-08-17
Edição
Seção
Linguistica
Licença
DECLARAÇÃO DE ORIGINALIDADE E CESSÃO DE DIREITOS AUTORAIS Declaro que o presente artigo é original, não tendo sido submetido à publicação em qualquer outro periódico nacional ou internacional, quer seja em parte ou em sua totalidade. Declaro, ainda, que uma vez publicado na Revista Urutágua, editada pelo Departamento de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Maringá, o mesmo jamais será submetido por mim ou por qualquer um dos demais co-autores a qualquer outro periódico. Através deste instrumento, em meu nome e em nome dos demais co-autores, porventura existentes, cedo os direitos autorais do referido artigo à Universidade Estadual de Maringá e declaro estar ciente de que a não observância deste compromisso submeterá o infrator a sanções e penas previstas na Lei de Proteção de Direitos Autorias (Nº9609, de 19/02/98)Como Citar
Morte, preservação de línguas e limites da política linguística. (2009). Revista Urutágua, 19, 145-152. https://doi.org/10.4025/revurut.v0i19.7154