ABERTURA E FECHAMENTO NO ESPAÇO RESIDENCIAL DE VILA RICA NO SÉCULO XVIII

Authors

  • Maria Luiza Almeida Cunha de Castro UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Author

DOI:

https://doi.org/10.4025/revurut.v0i25.12320

Keywords:

arquitetura oitocentista, Vila Rica, espaço interior, fluxos de circulação, vivências

Abstract

As tentativas de compreensão dos interiores da arquitetura residencial mineira, que surgiu com o primeiro ciclo de urbanização devido à exploração do ouro, têm caracterizado o espaço como rígido, repetitivo e monótono. Entretanto, é necessário que se faça uma nova leitura das relações entre o espaço e as práticas sociais, com atenção para dois aspectos especialmente relevantes dos interiores: a ambiguidade da resolução dos fluxos e a existência de uma grande possibilidade de articulação e usos dos espaços. Através de uma reinterpretação das possibilidades de vivências oferecidas pela estrutura física será possivel perceber novas dimensões neste espaço, que abriga uma relação dialética complexa entre abertura e fechamento e se presta a múltiplas apropriações.

Author Biography

  • Maria Luiza Almeida Cunha de Castro, UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
    Mestre em História e Teoria da Arquitetura e do Urbanismo;doutor em Ciências; Prof. adjunto. Depto de Tecnologia, Escola de Arquitetura e Urbanismo

Published

2011-08-25

How to Cite

Castro, M. L. A. C. de. (2011). ABERTURA E FECHAMENTO NO ESPAÇO RESIDENCIAL DE VILA RICA NO SÉCULO XVIII. Revista Urutágua, 25, 1-15. https://doi.org/10.4025/revurut.v0i25.12320