"Pose", de Humberto Gessinger: marca da atemporalidade e da influência drummondiana
DOI:
https://doi.org/10.4025/revurut.v0i22.9635Palabras clave:
Gessinger. “Pose”. Drummond. “A flor e a náusea”. Tradição. Atemporalidade.Resumen
O presente trabalho propõe-se fazer uma leitura da música “Pose”, de Humberto Gessinger, e do poema “A flor e a náusea”, de Carlos Drummond de Andrade, considerando a ligação que Gessinger estabelece, mesmo que de maneira indireta, com a tradição e focalizando, de forma especial, o modo como o músico desenvolve sua canção estreitando os limites e a intertextualidade com Drummond. Assim, percebe-se o caráter aberto e a atemporalidade das obras em análise.
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Publicado
2010-11-12
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DECLARAÇÃO DE ORIGINALIDADE E CESSÃO DE DIREITOS AUTORAIS Declaro que o presente artigo é original, não tendo sido submetido à publicação em qualquer outro periódico nacional ou internacional, quer seja em parte ou em sua totalidade. Declaro, ainda, que uma vez publicado na Revista Urutágua, editada pelo Departamento de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Maringá, o mesmo jamais será submetido por mim ou por qualquer um dos demais co-autores a qualquer outro periódico. Através deste instrumento, em meu nome e em nome dos demais co-autores, porventura existentes, cedo os direitos autorais do referido artigo à Universidade Estadual de Maringá e declaro estar ciente de que a não observância deste compromisso submeterá o infrator a sanções e penas previstas na Lei de Proteção de Direitos Autorias (Nº9609, de 19/02/98)Cómo citar
"Pose", de Humberto Gessinger: marca da atemporalidade e da influência drummondiana. (2010). Revista Urutágua, 22, 84-89. https://doi.org/10.4025/revurut.v0i22.9635