O que pode um espírito escrileitor?

Autores/as

  • Maria Idalina Krause de Campos Universidade Federal do Rio Grande do Sul Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.4025/revurut.vi31.25544

Resumen

Este texto é atravessado pela pergunta: o que pode um espírito escrileitor? Trata sobre compor espiritografias em meio à vida mutante, tendo como campos exploratórios potenciais a educação, a filosofia e a literatura. Propõe uma entrada para inventar saídas de novos fluxos de pensamento esboçados via escrita para, desse modo, compor um Alfabeto Espiritográfico: Escrileituras em Educação ¾ atividade de pesquisa, leitura da realidade, que opera com a noção de espiritografia, pensando a partir de duas vertentes da Filosofia da Diferença: Gilles Deleuze e Paul Valéry. Coloca em ação o método de dramatização na comédia do intelecto, que permite ao espírito atuar e planejar sua própria trajetória autoconsciente através de leituras, de composições de textos que são criados como pretexto de dizer-se, e assim, autoeducar-se.  Operações experimentais de escrileituras informes, propostas em oficinas promovidas pelo projeto Escrileituras: um modo de ler-escrever em meio à vida do Observatório da Educação/CAPES/INEP-2010. 

Biografía del autor/a

  • Maria Idalina Krause de Campos, Universidade Federal do Rio Grande do Sul
    Graduada em Licenciatura em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1986) e bacharel em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1986); concluiu mestrado no Programa de Pós-Graduação em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na Linha Filosofias da Diferença. Doutoranda, bolsista CAPES/INEP da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, no Programa de Pós-Graduação em Educação na Linha Filosofias da Diferença.

Publicado

2015-02-23

Número

Sección

Ensino & Educação

Cómo citar