Uma linha transversal na política comunista europeia do PCI e PCP

Autores/as

  • Rodrigo Ismael Maia FFC - Unesp Marília Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.4025/revurut.vi34.30972

Palabras clave:

Partido Comunista Italiano, Partido Comunista Português, União Europeia.

Resumen

Este artigo tem o objetivo de compreender as relações entre o Partido Comunista Italiano (PCI) e o Partido Comunista Português (PCP) a respeito do processo de integração europeu que culminou na União Europeia (EU), destacando a conexão entre a política interna e externa nas estratégias dos partidos. Na Itália e em Portugal, a instauração do regime democrático fazia parte da estratégia dos dois PCs, os quais possuíam amplas bases nas classes trabalhadoras. O estancamento das auto-organizações das classes trabalhadoras e o fim dos processos de efervescência social levaram à normalidade democrática e à internacionalização das economias, liberalizando-as. O PCI, promovendo sua particular via italiana ao socialismo, colaborou com a formação da Comunidade Econômica Europeia (CEE), o PCP que inicialmente a recusava, passou a tomá-la como fonte de benefícios em defesa da democracia. O desenvolvimento social da CEE foi desigual e combinado, no qual os países passaram a fazer parte do mercado comum ao mesmo tempo em que a fragmentação assolava o mundo do trabalho.

Biografía del autor/a

  • Rodrigo Ismael Maia, FFC - Unesp Marília
    Mestre em Ciências Políticas e Economicas pela FFC - Unesp Marília

Publicado

2016-11-25

Número

Sección

Política Internacional

Cómo citar

Maia, R. I. (2016). Uma linha transversal na política comunista europeia do PCI e PCP. Revista Urutágua, 34, 109-126. https://doi.org/10.4025/revurut.vi34.30972