Morte, preservação de línguas e limites da política linguística

Autores/as

  • Diego Barbosa da Silva UERJ Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.4025/revurut.v0i19.7154

Palabras clave:

preservação, patrimônio imaterial, direito linguístico

Resumen

A nova edição do Atlas das Línguas em Perigo no Mundo, publicada em fevereiro de 2009 pela Unesco, traz 190 línguas no Brasil ameaçadas em diferentes níveis de gradação. Tal fato inclui quase todas as línguas indígenas brasileiras. A Unesco aponta como justificativa para essa ocorrência a globalização, que tornou menor o mundo, em que as distâncias espacial e temporal diminuíram e o inglês pelo viés econômico e científico-tecnológico exerce forte domínio. Nosso objetivo é contrapor a extinção de línguas com a preservação, considerando aspectos do direito linguístico do falante e da cultura como patrimônio imaterial. Vale ressaltar que tais medidas pressupõem e nos impõem um debate ainda maior sobre teoria da cultura e alteridade, vitalidade das línguas e preservação.

Biografía del autor/a

  • Diego Barbosa da Silva, UERJ
    Graduado em Ciências Sociais UERJ Mestrando em Linguística UERJ Atuação em Política Linguística e Análise do Discurso

Publicado

2009-08-17

Cómo citar

Morte, preservação de línguas e limites da política linguística. (2009). Revista Urutágua, 19, 145-152. https://doi.org/10.4025/revurut.v0i19.7154