Hepatite medicamentosa induzida pela interação de Isoniazida e carbamazepina: um relato de caso

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Eloise Milena Nicolino Tudisco
João Vitor Eberhardt Benedicto
Luisa Moraes da Silva
Marcos Augusto da Silva Tudisco

Resumen

É amplamente reconhecido que o diagnóstico e o tratamento da tuberculose são padronizados e oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O protocolo tem três objetivos: proporcionar uma ação bactericida rápida; garantir atividade esterilizante; evitar o desenvolvimento de resistência bacteriana, utilizando esquemas terapêuticos (Rifampicina, Isoniazida, Pirazinamida, Etambutol - RHZE), de forma que tanto os bacilos sensíveis quanto os resistentes a certos fármacos sejam atingidos. Embora o esquema terapêutico preconizado demonstre eficácia, a literatura aponta que essas drogas possuem interações medicamentosas. No início do tratamento, é possível observar um aumento assintomático das transaminases, que geralmente se normaliza espontaneamente. A interrupção do tratamento é recomendada apenas se elevação das transaminases até cinco vezes o normal sem sintomas digestivos, três vezes o normal com sintomas digestivos ou icterícia.

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Detalles del artículo

Cómo citar
Tudisco, E. M. N., Benedicto, J. V. E., Silva, L. M. da, & Tudisco, M. A. da S. (2025). Hepatite medicamentosa induzida pela interação de Isoniazida e carbamazepina: um relato de caso. Journal of Interprofessional Health Education, 2(1). https://doi.org/10.4025/jinterprofhealtheduc.v2i1.77607
Sección
Cuidando da pessoa