ALTERNATIVAS PARA ADUBAÇÃO FOSFATADA NA CULTURA DO GIRASSOL

  • Pedro Henrique da Silva UEM
  • Antonio Nolla UEM
  • Thiago Henrique de Souza UEM
  • Adriely Vechiato Bordin UEM

Abstract

O girassol (Helianthus annuus L.) destaca-se pela produção de óleo vegetal, ocupando a quarta posição mundial, além do potencial para biodiesel e alimentação animal. Contudo, o potencial produtivo da cultura é frequentemente limitado pela baixa disponibilidade de fósforo em solos tropicais. O objetivo deste estudo foi reunir as pesquisas científicas a fim de comparar a eficiência de fontes fosfatadas (superfosfato triplo, fosfato natural reativo e pó de rocha) e analisar suas implicações para a viabilidade do cultivo de girassol. Em solos tropicais intemperizados, como Latossolos e Argissolos, a disponibilidade de fósforo é limitada pela alta fixação específica do íon fosfato com os óxidos de ferro e alumínio, formando compostos pouco solúveis. O superfosfato triplo proporciona liberação imediata do nutriente, porém está sujeito à rápida fixação em solos ácidos. O fosfato natural reativo apresenta liberação gradual e efeito residual pronunciado, sendo indicado para solos com pH abaixo de 5,5. O pó de rocha atua como fonte de liberação lenta, contribuindo para a fertilidade do solo ao longo do ciclo. A escassez de estudos específicos com o girassol reforça a necessidade de pesquisas que subsidiem recomendações de adubação fosfatada para a cultura.

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Veröffentlicht
2026-04-13