As Bainhas de Rita “Cebola”
Patrimônio, compadrio e sociabilidade na trajetória de Rita Gomes da Silva (1786-1792)
DOI:
https://doi.org/10.4025/29a.v6.i10.77874Palabras clave:
Escravidão, Gênero, Redes de SociabilidadesResumen
Em meados do século XVIII Rita Gomes da Silva, vulgo Rita Cebola, ficou conhecida em Salvador por ser uma mulher parda que esbanjava do luxo que possuía. Investigando parte de sua trajetória é possível perceber que ela tinha muito mais a oferecer do que a mera apreciação de suas posses. Não sendo possível determinar suas origens, até o momento, sabe-se que Rita foi casada duas vezes com homens de alto prestígio social e deles não teve filhos. No entanto, ao longo de sua vida Rita da Silva administrou suas posses e herança, tratou de negócios variados e gerenciava os escravizados que adquiria. Este artigo tem por objetivo apresentar a propriedade escrava de Rita da Silva e as redes de sociabilidade construída por ela entre a viuvez e o segundo casamento.
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