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Nietzsche vai ao cinema

Uma análise do cinema Noir americano da década de 1950

Autores/as

  • Flavia Santos Arielo Doutora em Ciência da Religião e Professora da Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Deborah Nunes Borim Licenciada em História pelo Centro Universitário do Sagrado Coração (Unisagrado)

DOI:

https://doi.org/10.4025/29a.v6.i10.79741

Palabras clave:

Cinema Noir, Guerra Fria, Moral, Nietzsche, Soft Power

Resumen

O presente artigo tem como objetivo geral investigar a influência da filosofia moral nietzschiana dentro do gênero cinematográfico Noir, o qual foi usado como ferramenta de soft power pelos Estados Unidos no combate ao comunismo durante o período histórico denominado como Guerra Fria. O principal levantamento bibliográfico e sua análise foi a partir das obras de Friedrich Nietzsche. Foram estudadas, principalmente, as obras Sobre a Genealogia da moral e Além do bem e do mal, assim como teses e monografias existentes sobre o assunto. Em relação ao cinema, foi realizada a análise logopática dos filmes O falcão maltês (1941), O amanhã que não virá (1950) e O sindicato de ladrões (1954).

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Publicado

2026-06-16

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Cómo citar

ARIELO, Flavia Santos; BORIM, Deborah Nunes. Nietzsche vai ao cinema: Uma análise do cinema Noir americano da década de 1950. Revista de História: 29 de abril, [S. l.], v. 6, n. 10, p. 175–195, 2026. DOI: 10.4025/29a.v6.i10.79741. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/revhist29abril/article/view/79741. Acesso em: 30 jun. 2026.