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Elogio da burguesia (com uma deixa para a aristocracia também)

Paulo Roberto Almeida

Resumo


A burguesia e a aristocracia não têm quem as defenda, na academia e em outras esferas da vida cultural. Elas são objeto de todas as acusações e de todos os pecados, responsáveis por tudo de errado, iníquo, desigual que existe nas sociedades capitalistas contemporâneas (como se ainda houvesse sociedades socialistas dignas desse nome). Essas duas classes representantes das elites sociais parecem possuir todos os vícios e nenhuma virtude, sendo a elas atribuídos todos os supostos males do sistema capitalista. O ensaio faz a defesa das duas classes, em especial da burguesia, como classes progressistas e promotoras de padrões culturais mais elevados no cenário social. As sociedades "burguesas" podem não ser um primor de igualdade e de "justiça social", mas são, inegavelmente, sociedades de liberdade, de prosperidade e de maior justiça social do que as sociedades supostamente determinadas a superá-las e promover esses valores em patamares mais altos de realização. De fato, as experiências socialistas no mundo redundaram em violência, perdas sociais, patrimoniais e culturais, ausência completa de liberdades elementares, quando não diminuição dos padrões de vida e até da igualdade efetiva dos cidadãos.

Palavras-chave


Burguesia, aristocracia, padrões culturais

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