Crescimento e produção de alface e marcela em cultivo solteiro e consorciado - doi: 10.4025/actasciagron.v33i2.4426

Autores

  • José Hortêncio Mota Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso - Campus São Vicente Autor
  • Maria do Carmo Vieira Universidade Federal da Grande Dourados, Faculdade de Ciências Agrárias, Cx. Postal 533, Cep: 79804-970, Dourados-MS Autor
  • Charles de Araújo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso - Campus São Vicente Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/actasciagron.v33i2.4426

Palavras-chave:

Lactuca sativa L., Achyrocline satureioides (Lam.) DC., consórcio

Resumo

Este estudo teve por objetivo avaliar a produtividade e a renda bruta da alface e marcela em cultivo solteiro e consorciado. O experimento foi realizado com duas fileiras de marcela espaçadas de 0,50 m; duas fileiras de marcela espaçadas de 0,35 m; três fileiras de alface espaçadas em 0,35 m; quatro fileiras de alface espaçadas em 0,25 m; duas fileiras de marcela espaçadas de 0,50 m alternadas com quatro fileiras de alface; e duas fileiras de marcela espaçadas de 0,35 m alternadas com três fileiras de alface. Os seis tratamentos foram arranjados em blocos casualizados com quatro repetições. Para cada espécie avaliaram-se diferentes variáveis das plantas. O consórcio foi avaliado utilizando-se a expressão da razão de área equivalente (RAE) e sua validação foi pela determinação da renda bruta. As produções de alface e marcela não diferiram em relação ao tipo de cultivo. As RAEs calculadas indicaram que ambos os consórcios foram efetivos. Porém, pela renda bruta, constatou-se que apenas para os produtores de marcela a opção de cultivo consorciado foi mais viável economicamente, enquanto para os produtores de alface, o cultivo solteiro apresentou melhor desempenho.

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Publicado

2011-02-16

Edição

Seção

Produção Vegetal

Como Citar

Crescimento e produção de alface e marcela em cultivo solteiro e consorciado - doi: 10.4025/actasciagron.v33i2.4426. (2011). Acta Scientiarum. Agronomy, 33(2), 269-273. https://doi.org/10.4025/actasciagron.v33i2.4426

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