A concepção de homem em Sêneca - DOI: 10.4025/actascihumansoc.v31i1.703

Autores

  • José Joaquim Pereira Melo UEM -Maringá

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v31i1.703

Palavras-chave:

Sêneca, homem, alma

Resumo

Propõe-se com o presente trabalho fazer algumas reflexões a respeito da concepção de Sêneca sobre o homem, que, segundo acreditava o filósofo, para além de racional estava submetido às inquietações da sociedade, era um ser escravizado, enfermo e atormentado pela sua materialidade. Assim, a mesma alma que garantia ao homem certo parentesco com a divindade, encontrava dificuldades para atingir a perfeição a que é chamada. No entanto, essa visão pessimista não afetou o otimismo senequiano, que encontrou na própria racionalidade o caminho para o homem cumprir o fim para o qual nasceu, ou seja, o seu bem supremo, a perfeição e a felicidade: ‘viver segundo a sua própria natureza’.

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Biografia do Autor

  • José Joaquim Pereira Melo, UEM -Maringá
    Atualmente é Professor Associado da Universidade Estadual de Maringá. Tem experiência na área de História, com ênfase em História Antiga e Medieval, atuando principalmente nos seguintes temas: Educação, Sêneca, Santo Agostinho, Cristianismo e Helenismo. Currículo Lattes

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Publicado

2009-06-16

Edição

Seção

Filosofia

Como Citar

A concepção de homem em Sêneca - DOI: 10.4025/actascihumansoc.v31i1.703. (2009). Acta Scientiarum. Human and Social Sciences, 31(1), 51-60. https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v31i1.703

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