<b>O ensaísmo na historiografia brasileira</b> - doi: 10.4025/actascihumansoc.v34i1.14186

  • Claudinei Magno Magre Mendes Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”

Resumen

Neste texto analisamos a questão do caráter ensaístico da historiografia brasileira da primeira metade do século XX. Examinamos esta questão em função do surgimento de uma nova tendência historiográfica relativa à colonização (Escola do Rio) que critica, dentre outros aspectos, o caráter ensaístico da historiografia. Considerando que a crítica expressa o modo como uma nova tendência rompe com a historiografia vigente, resolvemos examinar essa crítica para avaliar sua extensão. Para se promover a superação de determinada historiografia, é necessário compreendê-la em sua historicidade, isto é, as motivações que levaram historiadores a examinar a história de determinada maneira. Evidentemente, a crítica constitui um momento dessa superação. Mas, para haver uma ruptura radical, é necessária a compreensão histórica da historiografia criticada e não simplesmente a indicação de supostos equívocos, deficiências e falhas.

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Biografía del autor/a

Claudinei Magno Magre Mendes, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”
Tem experiência na área de História. Atuando principalmente nos seguintes temas: História do Brasil, História do Brasil colonial, Escritos Coloniais.
Publicado
2012-04-16
Cómo citar
Mendes, C. M. M. (2012). <b>O ensaísmo na historiografia brasileira</b&gt; - doi: 10.4025/actascihumansoc.v34i1.14186. Acta Scientiarum. Human and Social Sciences, 34(1), 91-100. https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v34i1.14186
Sección
História