<b>Maio de 68: a última onda revolucionária que atingiu o centro do capitalismo</b> - DOI: 10.4025/actascihumansoc.v30i2.3205

  • Valerio Arcary CEFET/SP

Resumen

Situações revolucionárias, como o Maio de 1968 francês, podem evoluir em radicalização para uma crise revolucionária – a hora da insurreição, quando a crise do regime cresce e precipita uma crise do Estado – ou podem refluir, e permitir a estabilização da dominação. O Maio francês foi uma revolução política derrotada, pois De Gaulle e o regime da V República sobreviveram, mas ainda assim uma revolução. As revoluções em um país, sobretudo se vitoriosas, favorecem mudanças por reformas, tanto nos países onde o terremoto explodiu quanto em outros. Mesmo as revoluções abortadas funcionam, historicamente, como um alerta amarelo para as classes dirigentes de que algumas concessões terão que ser aceleradas, para evitar um novo curto-circuito das relações político-sociais. As reformas podem ser econômicas, sociais, políticas ou culturais, mas não foram obra da contrarrevolução: foram, essencialmente, um subproduto da revolução.

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Biografía del autor/a

Valerio Arcary, CEFET/SP
Professor de disciplinas de História e Relações internacionais http://lattes.cnpq.br/4593672422058186
Publicado
2008-12-18
Cómo citar
Arcary, V. (2008). <b>Maio de 68: a última onda revolucionária que atingiu o centro do capitalismo</b&gt; - DOI: 10.4025/actascihumansoc.v30i2.3205. Acta Scientiarum. Human and Social Sciences, 30(2), 203-209. https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v30i2.3205
Sección
História