De uma literatura combativa a uma literatura pacificada: a questão do controle sobre a poesia de Cora Coralina

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascilangcult.v39i3.31860

Palavras-chave:

campo literário, controle do imaginário, literatura de Goiás, gênero.

Resumo

Cora Coralina, poeta goiana, travou uma batalha intensa para alcançar o reconhecimento, principalmente, de seus pares da literatura. Reconhecimento que só veio 13 anos depois da publicação de seu primeiro livro, Poemas dos Becos de Goiás e estórias mais (1965). Neste texto buscaremos delimitar ao que podemos atribuir tais barreiras, por meio da análise tanto da recepção do trabalho de Cora Coralina pelo meio literário goiano, com base no conceito de ‘controle do imaginário’, de Luiz Costa Lima (2013), quanto das escolhas da poeta pela marginalidade, observadas a partir do pensamento de Pascale Casanova (2011) sobre as ‘literaturas combativas’.

 

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Biografia do Autor

  • Lúcia Tormin Mollo, Universidade de Brasília

    Programa de Pós-Graduação em Literatura

    Instituto de Letras da Universidade de Brasília

  • Anderson Nunes da Mata, Universidade de Brasília

    Programa de Pós-Graduação em Literatura

    Instituto de Letras da Universidade de Brasília

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Publicado

2017-07-06

Edição

Seção

Literatura

Como Citar

Mollo, L. T., & Mata, A. N. da. (2017). De uma literatura combativa a uma literatura pacificada: a questão do controle sobre a poesia de Cora Coralina. Acta Scientiarum. Language and Culture, 39(3), 255-262. https://doi.org/10.4025/actascilangcult.v39i3.31860

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