AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO DE UMA AMOSTRA DOS ALUNOS DE PALOTINA-PR A RESPEITO DOS ORGANISMOS TRANSGÊNICOS

Autores

  • Rosecler Salete Canossa Especialistas em Genética Aplicada ao Ensino Autor
  • Alexandre Oliveira de Souza Professor da Escola Municipal Venezuela, SME-RJ Autor
  • Maurício Luís Tiguman Especialistas em Genética Aplicada ao Ensino Autor
  • Carmem Lucia MSC Rocha Departamento de Biologia Celular e Genética, Universidade Estadual de Maringá Autor
  • João Alencar Pamphile Departamento de Biologia Celular e Genética, Universidade Estadual de Maringá Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/arqmudi.v11i1.19989

Palavras-chave:

biotecnologia, engenharia genética, organismos geneticamente modificados, alimentos transgênicos.

Resumo

Com o emprego da engenharia genética, vários produtos vêm sendo desenvolvidos na indústria farmacêutica, na indústria de alimentos e na agropecuária em geral, pela clonagem gênica
e/ou construção de novos genes, introdução destes em organismos hospedeiros de forma que a expressão desses genes seja efetiva. Os organismos transgênicos, obtidos pela introdução de genes exógenos (transgenes), podem ser denominados como OGMs. A sociedade tem discutido sobre a
autorização ou não do desenvolvimento e da comercialização dos transgênicos. Neste trabalho procedemos a uma averiguação do conhecimento dos estudantes da terceira série do Ensino Médio de escolas particulares e públicas da cidade de Palotina, Paraná, sobre os organismos transgênicos. A maioria dos estudantes afirmou conhecer o significado de organismos transgênicos (96,61% das escolas particulares e 97,22% das públicas), mas houve uma grande diferença na opinião dos alunos das escolas particulares e públicas em relação ao comprometimento da saúde do indivíduo com o uso de transgênicos (72,88% dos alunos das particulares acreditam que não, e 62,50% dos alunos das públicas responderam que sim). Em relação ao meio ambiente, as respostas foram similares à questão anterior (77,97% dos alunos das particulares acreditam que não são prejudiciais, enquanto nas escolas públicas 65,28% dos alunos acreditam que sim). No entanto, a maioria, tanto das escolas particulares como das públicas (94,92% e 95,83% respectivamente), considerou que não devem ser proibidos os
estudos e as pesquisas com transgênicos.

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Biografia do Autor

  • Rosecler Salete Canossa, Especialistas em Genética Aplicada ao Ensino
    Especialistas em Genética Aplicada ao Ensino
  • Alexandre Oliveira de Souza, Professor da Escola Municipal Venezuela, SME-RJ
    Professor da Escola Municipal Venezuela, SME-RJ
  • Maurício Luís Tiguman, Especialistas em Genética Aplicada ao Ensino
    Especialistas em Genética Aplicada ao Ensino
  • Carmem Lucia MSC Rocha, Departamento de Biologia Celular e Genética, Universidade Estadual de Maringá
    Departamento de Biologia Celular e Genética, Universidade Estadual de Maringá
  • João Alencar Pamphile, Departamento de Biologia Celular e Genética, Universidade Estadual de Maringá
    Departamento de Biologia Celular e Genética, Universidade Estadual de Maringá

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Publicado

2013-03-03

Edição

Seção

Artigo Original em Educação Básica ou Superior

Como Citar

1.
Canossa RS, de Souza AO, Tiguman ML, Rocha CLM, Pamphile JA. AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO DE UMA AMOSTRA DOS ALUNOS DE PALOTINA-PR A RESPEITO DOS ORGANISMOS TRANSGÊNICOS. arqmudi [Internet]. 3º de março de 2013 [citado 16º de junho de 2026];11(1):10-6. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ArqMudi/article/view/19989