Percepções de mulheres sobre a repercussão da mastectomia radical em sua vida pessoal e conjugal - doi: 10.4025/cienccuidsaude.v9i3.12557

Autores

  • Cláudia Gasparelo Autor
  • Catarina Aparecida Sales UEM Autor
  • Sonia Silva Marcon UEM Autor
  • Maria Aparecida Salci UEM Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v9i3.12557

Palavras-chave:

Neoplasias. Mastectomia, Sexualidade, Relacionamento conjugal.

Resumo

O presente estudo é uma pesquisa descritiva de natureza qualitativa que teve por objetivo identificar como as mulheres submetidas a mastectomia radical percebem a influência desta cirurgia em sua vida pessoal e conjugal. As participantes foram nove mulheres que tinham passado por mastectomia havia mais de um ano e residiam com companheiro. Os dados foram coletados no período de julho a setembro de 2006, por meio de entrevista semiestruturada. A análise dos dados foi subsidiada pela análise de conteúdo, que permitiu a construção das categorias: A reconstrução da vida após a mastectomia radical; Mudanças na vida conjugal: A importância do apoio do companheiro; As cicatrizes emocionais deixadas pela mastectomia na vida sexual; e A busca de novas maneiras de viver sem a mama. Os resultados apontam os sentimentos dessas mulheres em face da experiência de viver no mundo sem a mama e as prováveis influências da cirurgia na vida conjugal. O estudo traz uma reflexão sobre o cuidado com a mulher e seu companheiro no enfrentamento da mastectomia.

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Biografia do Autor

  • Cláudia Gasparelo
    Possui graduação em Enfermagem pelo Centro Universitário de Maringá (2006). Especialização em Saúde Coletiva e Programa de Saúde da Família - (conclusão julho de 2007). Atualmente presta trabalho voluntário à Rede Feminina de Combate ao Câncer do município de Maringá-PR. Currículo Lattes

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Publicado

2011-02-22

Edição

Seção

Artigos originais

Como Citar

Percepções de mulheres sobre a repercussão da mastectomia radical em sua vida pessoal e conjugal - doi: 10.4025/cienccuidsaude.v9i3.12557. (2011). Ciência, Cuidado E Saúde, 9(3), 535-542. https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v9i3.12557