Percepção dos enfermeiros quanto aos fatores de risco para vínculo mãe-bebê prejudicado
DOI:
https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v5i3.5037Palavras-chave:
Diagnóstico de enfermagem, Cuidados de enfermagem, Relações mãe-filho.Resumo
O processo de formação do vínculo e do apego é fundamental para o bebê, pois gera uma base emocional sustentada na segurança e estabilidade. Assim como existem fatores que facilitam e que fortalecem o vínculo da mãe com o recém-nascido, existem fatores que prejudicam essa relação. Os objetivos deste trabalho foram levantar os fatores de risco para o vínculo mãe/bebê prejudicado identificados por enfermeiros e as suas ações. Para coleta de dados foram entrevistados 33 enfermeiros que trabalham em uma unidade materno-infantil. Em relação aos fatores de risco para vínculo mãe-bebê prejudicado destacam-se: a patologia do recém-nascido identificada por 45,5% dos enfermeiros; o despreparo dos profissionais de saúde para sanar as necessidades psico-biológicas-sociais identificado por 39,4%; a prematuridade, identificada por 33,3% dos enfermeiros e gravidez indesejada por 30,3%. As ações empregadas com maior freqüência pelos enfermeiros para fortalecer o vínculo mãe-bebê foram: o incentivo ao alojamento conjunto relatado por 87,9% enfermeiros e a amamentação na 1ª hora de vida relatada por 72,7%.Downloads
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Publicado
2008-09-12
Edição
Seção
Artigos originais
Como Citar
Percepção dos enfermeiros quanto aos fatores de risco para vínculo mãe-bebê prejudicado. (2008). Ciência, Cuidado E Saúde, 5(3), 363-371. https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v5i3.5037








