Estudo sobre forças educativas eugênicas no Brasil, nas primeiras décadas do século XX
DOI:
https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v1i1.5682Palavras-chave:
Eugenia, Classe social, Família, Educação.Resumo
O trabalho procura resgatar alguns princípios do movimento eugenista e investigar a forma como foi proposta a educação eugênica no Brasil, nas primeiras décadas do século XX, mediante a análise histórica das categorias classe social, família e educação eugênica, discutidas em 36 edições do periódico Boletim de Eugenia (1929-1931). Conclui que os médicos eugenistas propunham muitas medidas para combater os problemas sociais da época, advindos da industrialização e urbanização, os quais eram explicados mediante as diferenças naturais de cada indivíduo, determinadas via hereditariedade. Focalizando o fenômeno biológico, negavam as contradições sociais e justificavam as diferenças de classe, propondo o recurso eugênico (multiplicação das famílias eugênicas e restrição das não eugênicas) como alternativa possível para alcançar o progresso nacional. Igualmente, configuraram-se forças educativas eugênicas importantes no período; porém, dada a ênfase em um paradigma biológico, os eugenistas apontavam para os limites de qualquer função transformadora da sociedade através da educação.Downloads
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Publicado
2008-11-07
Edição
Seção
Artigos originais
Como Citar
Estudo sobre forças educativas eugênicas no Brasil, nas primeiras décadas do século XX. (2008). Ciência, Cuidado E Saúde, 1(1), 135-138. https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v1i1.5682








