Caracterização do manejo da dor, realizado pela equipe de enfermagem, na unidade de terapia intensiva pediátrica - DOI: 10.4025/cienccuidsaude.v7i0.6570

Autores

  • Simone Lemos UNINGÁ Autor
  • Edson Arpini Miguel Hospital Universitário Regional de Maringá Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v7i0.6570

Palavras-chave:

Avaliação da dor, Pediatria, Cuidados intensivos.

Resumo

O tratamento da dor é um dos assuntos mais presentes em pacientes internados nas Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP). O objetivo deste trabalho foi caracterizar o manejo da dor, realizado pelas equipes de enfermagem nas UTIPs. Foi aplicado um questionário, que analisou, de forma quantitativa, o conhecimento sobre o manejo da dor, em equipes de enfermagem de dois hospitais. Os sujeitos da pesquisa foram 35 profissionais de enfermagem (técnicos de enfermagem e enfermeiros). Dos entrevistados, 94,29% responderam ser importante avaliar a dor de forma rotineira na UTIP, 77,14% dos pesquisados nunca participaram de nenhum treinamento para avaliar a dor em pediatria. Vinte e sete participantes relataram que a presença de um acompanhante facilita a avaliação da dor na UTIP. A maioria disse que associam estratégias farmacológicas com não-farmacológicas e 94,29% avaliam novamente a dor após a implantação de ações para o alívio da mesma. Para as equipes de enfermagem pesquisadas, o tratamento da dor na UTIP é importante, contribuindo para a estabilidade clínica do paciente, porém a equipe não se mostra apta para realizar o manejo da dor. É necessário o treinamento contínuo da equipe de enfermagem visando habilitá-los para avaliar e tratar a dor na UTIP, beneficiando os pacientes e contribuindo para a assistência humanizada.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Downloads

Publicado

2009-03-12

Edição

Seção

Artigos originais

Como Citar

Caracterização do manejo da dor, realizado pela equipe de enfermagem, na unidade de terapia intensiva pediátrica - DOI: 10.4025/cienccuidsaude.v7i0.6570. (2009). Ciência, Cuidado E Saúde, 7, 82-87. https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v7i0.6570