Cuidado infantil e infecções parasitárias / Child care and parasitic infections DOI: 10.4025/cienccuidsaude.v12i2.13838

Autores/as

  • Aglaé Silva Araujo Andrade Mestre. Departamento de Enfermagem e Nutrição, Universidade Federal de Sergipe (a3glae@yahoo.com.br) Autor/a
  • Camila Dantas Carvalho Mestre. Bióloga, Instituto de Tecnologia e Pesquisa (ITP) (camiladantascarvalho@gmail.com) Autor/a
  • Ana Maria Guedes Brito Mestre. Farmacêutica-bioquímica, Universidade Tiradentes (UNIT) (profanaguedes@yahoo.com.br) Autor/a
  • Veronica Lourdes Sierpe Jeraldo Doutora, Parasitologia. ITP (veronica_sierpe@unit.br) Autor/a
  • Cristiane Costa Cunha Oliveira Doutora, Saúde Coletiva. ITP (cristiane_cunha@itp.org.br) Autor/a
  • Cláudia Moura Melo Doutora, Parasitologia. Laboratório de Doenças Infecciosas e Parasitárias - LDIP/ITP (claudiamouramelo@hotmail.com) Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v12i2.13838

Palabras clave:

Crianças, Parasitas, Creches municipais

Resumen

As parasitoses constituem um problema de saúde pública no Brasil, principalmente nos ambientes destinados ao cuidado infantil. Este estudo objetivou determinar a prevalência de parasitoses em creches de Aracaju, Estado de Sergipe, bem como os fatores de risco relacionados. Realizaram-se exames coproparasitológicos e avaliação clínica/antropométrica em 276 crianças. Os fatores de risco foram identificados por meio de questionários e avaliação iconográfica. Os dados obtidos foram avaliados pelo teste de Qui-quadrado de Pearson e o teste exato de Fisher (p<0,05). Observou-se prevalência de 44,5% para enteroparasitos (ascaridíase/21,7%) e 31,2% para ectoparasitos (pediculose/18,2%). Verificou-se correlação significativa entre enteroparasitoses e baixo peso, faixa etária de 3 a 4 anos, ruas não pavimentadas e renda familiar, como também entre ectoparasitoses e baixo peso. O perfil socioeconômico revelou que 51,6% das residências eram próprias, de alvenaria (88,6%), com água potável (97,5%) e renda de um a dois salários mínimos (42%). O grau de escolaridade dos pais (ensino médio incompleto) pode ter influenciado no desconhecimento sobre profilaxia de parasitoses (73,8%). Aspectos estruturais/comportamentais mostraram-se relevantes para a ocorrência de parasitoses: uso coletivo de sabonete, acondicionamento inadequado de brinquedos e escovas dentárias e instalações sanitárias deficientes. Estes dados mostram a necessidade de novas reflexões sobre a higiene infantil e educação em saúde em Aracaju (SE).

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Publicado

2013-08-29

Número

Sección

Articulo originale

Cómo citar

Cuidado infantil e infecções parasitárias / Child care and parasitic infections DOI: 10.4025/cienccuidsaude.v12i2.13838. (2013). Ciência, Cuidado E Saúde, 12(2), 257-265. https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v12i2.13838