Novela gráfica memorialística y escrituras de la vida trans: la autorrepresentación transmasculina en Monstrans, de Lino Arruda

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.4025/dialogos.v27i3.68774

Palabras clave:

Banda dibujada, Novela gráfica memorialística, Autorrepresentación, Escrituras de la vida trans, Transmasculinidad, Lino Arruda

Resumen

Este artículo está dedicado a discutir cómo la posibilidad de producir las propias historias y narrar las propias experiencias posibilita la percepción de la pluralidad de experiencias de las personas transgénero. Centrándonos en el escenario del cómic memorialista, evaluamos la madurez de este medio para, en secuencia, presentar un breve análisis de Monstrans: experimentando horrormónios, novela gráfica autobiográfica del historietista brasileño Lino Arruda, abordando tanto las diferentes formas en que el autor construye visualmente su autorrepresentación y la forma en que recorta y estructura momentos de su vida.

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Biografía del autor/a

  • Mateus Yuri Passos, Universidad Metodista de São Paulo

    Doctor en Teoría e Historia de la Literatura por la Unicamp, realizó una pasantía posdoctoral en el Programa de Posgrado en Comunicación de la Faculdade Cásper Líbero. Profesor del Programa de Posgrado en Comunicación Social de la Universidad Metodista de São Paulo. Líder del grupo de investigación CENA (Comunicación, Enunciación y Narrativas).

  • Miguel Trombini, Universidad Metodista de São Paulo

    Estudiante de maestría en Comunicación Social de la Universidad Metodista de São Paulo. Licenciado en Periodismo por la misma institución. Miembro del grupo de investigación MAC - Mídia, Arte e Cultura.

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Publicado

2024-02-19

Cómo citar

Passos, M. Y., & Trombini, M. (2024). Novela gráfica memorialística y escrituras de la vida trans: la autorrepresentación transmasculina en Monstrans, de Lino Arruda. Dialogos, 27(3), 158-183. https://doi.org/10.4025/dialogos.v27i3.68774