Teoria contingencial e intangibilidade: um estudo nas empresas listadas na BM&FBovespa

Autores/as

  • Paulo Henrique Nobre Parente Universidade Federal do Ceará - UFC Autor/a
  • Márcia Martins Mendes De Luca Universidade Federal do Ceará - UFC Autor/a
  • Alessandra Carvalho de Vasconcelos Universidade Federal do Ceará - UFC Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.4025/enfoque.v34i3.29568

Palabras clave:

Teoria contingencial, Visão Baseada em Recursos, Intangibilidade.

Resumen

Com base na Teoria Contingencial e nos preceitos da Visão Baseada em Recursos (VBR), que considera os ativos intangíveis como recursos estratégicos, o presente estudo tem como objetivo geral investigar a influência de fatores contingenciais nos indicadores de intangibilidade das empresas de capital aberto do Brasil listadas na BM&FBovespa. Trata-se de pesquisa descritiva, de natureza quantitativa, que reúne uma amostra de 181 empresas. A coleta dos dados, referentes ao exercício social de 2014, tem origem em duas fontes: Economática®, para o cálculo dos indicadores de intangibilidade; e o website da BM&FBovespa, para identificação das variáveis contingenciais eleitas para o estudo. Fez-se uso da regressão linear múltipla, considerando-se como variável dependente os indicadores de intangibilidade (grau de intangibilidade, Q de Tobin, investimento em ativos intangíveis, representatividade dos intangíveis no ativo total, representatividade dos intangíveis no ativo não circulante) e como variáveis independentes os fatores contingenciais ambiente, idade e tamanho. Além disso, foram utilizadas as variáveis de controle endividamento e liquidez corrente, para controlar o modelo, com o objetivo de se verificar o efeito limitador, para o endividamento, e o influenciador, para a liquidez corrente. Os resultados demonstram que as variáveis contingenciais tamanho e ambiente podem, de certa forma, influenciar os níveis de intangibilidade das empresas brasileiras, o que sugere consonância com os pressupostos da Teoria Contingencial e da VBR. Observou-se ainda que, quando adicionadas as variáveis de controle, os modelos econométricos não apresentaram diferenças expressivas nos níveis de intangibilidade.

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Biografía del autor/a

  • Paulo Henrique Nobre Parente, Universidade Federal do Ceará - UFC

    Mestre em Administração e Controladoria – UFC

  • Márcia Martins Mendes De Luca, Universidade Federal do Ceará - UFC

    Doutora em Controladoria e Contabilidade – USP e Professora Associada da Universidade Federal do Ceará – UFC

  • Alessandra Carvalho de Vasconcelos, Universidade Federal do Ceará - UFC

    Doutora em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC e Professora da Universidade Federal do Ceará - UFC

Publicado

2016-01-25

Número

Sección

Original Articles

Cómo citar

Teoria contingencial e intangibilidade: um estudo nas empresas listadas na BM&FBovespa. (2016). Enfoque: Reflexão Contábil, 34(3), 21-40. https://doi.org/10.4025/enfoque.v34i3.29568