“Ninguém manda no que a rua diz”: etnografia da paisagem humana na cidade de Porto Alegre (RS) a partir do graffiti

Autores

  • Ananda Andrade do Nascimento Santos Universidade Federal do Rio Grande do Sul Autor
  • Marize Schons Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Autor

Palavras-chave:

Paisagem Urbana, Graffiti, Etnografia, Práticas do Espaço.

Resumo

A investigação trata de uma reflexão sobre como a prática do graffiti vem interferindo na paisagem da cidade de Porto Alegre (RS). Os graffitis são tomados como marcas que sinalizam e grafam os estímulos dos indivíduos que atravessam a cidade, sendo que a própria trajetória desses indivíduos, suas formas de sociabilidade e expressões são rastros, a serem seguidos posteriormente, que podem nos dar acesso à construção de um olhar denso sobre a prática sem no entanto cristalizá-la, dada a sua efemeridade. O foco inicial foi como as intervenções urbanas na cidade passaram por uma legitimação do poder público a partir da indicação de onde essas intervenções aconteceriam e do patrocínio de eventos de pintura da paisagem do Túnel da Conceição pela Prefeitura de Porto Alegre. Problematizamos esse processo a partir de três eventos que consideramos essenciais para compreender o graffiti em Porto Alegre.

Biografia do Autor

  • Ananda Andrade do Nascimento Santos, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

    Mestranda em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

  • Marize Schons, Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

    Mestranda em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

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Publicado

2014-12-03

Edição

Seção

DOSSIÊ - Paisagens Humanas em Experiências, Grafias e Narrativas (Org.: Profa. Dra. Cristina Maria da Silva)

Como Citar

“Ninguém manda no que a rua diz”: etnografia da paisagem humana na cidade de Porto Alegre (RS) a partir do graffiti. (2014). Revista Espaço Acadêmico, 14(163), 34-42. https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/25783