Breves comentários sobre a questão da tortura enquanto prática imprescritível e violadora dos direitos humanos

Autores

  • William Eufrásio Nunes Pereira Departamento de Economia da UFRN Autor

Palavras-chave:

Brasil, Direitos Humanos, Convenção, Tortura.

Resumo

A tortura, enquanto ato de impor a terceiros sofrimentos físicos e/ou psicológicos para obtenção de respostas a questões que se deseja respondidas, sempre foi uma forma corriqueira entre os humanos. Esse ato se tornou mais danoso quando assumiu a dimensão institucionalizada por parte do leviatã. Forma usual, mas em decadência com a ocorrência do desenvolvimento social, político, econômico e jurídico do Século XX. Esse trabalho apresenta uma sucinta discussão sobre a tortura enquanto violação dos direitos humanos. Mostra que contra essa violação os organismos internacionais elaboraram convenções, normas, tratados e protocolos que visam  reduzir, quando não extinguir a pratica de atos violentos contra os direitos da humanidade, em especial, contra a vida. Relata que o Brasil assinou as convenções, mas vem apresentando uma sensível lentidão na implementação de mecanismo que efetivamente coíbam a pratica da tortura. No entanto, os mecanismos criados têm forçado ao ajustamento das normas e mecanismos internos as demandas sociais potencializados pelos foros internacionais, em particular, a Corte internacional de Direitos Humanos. A metodologia constituiu-se de uma pesquisa bibliográfica em livros e artigos sobre o tema em tela. Conclui com a constatação de que ainda irá demorar muito para o Brasil ajustar e tornar efetiva a ação dos mecanismos de combate a tortura, garantindo a plenitude dos direitos da humanidade, em especial o de não ser torturado.

Biografia do Autor

  • William Eufrásio Nunes Pereira, Departamento de Economia da UFRN
    Graduando em direito, Economista, especialista em administração, mestre em economia, doutor em ciências sociais.

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Publicado

2015-11-13

Como Citar

Breves comentários sobre a questão da tortura enquanto prática imprescritível e violadora dos direitos humanos. (2015). Revista Espaço Acadêmico, 15(176), 76-88. https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/27634