Comparação experimental na aplicação de metodologias tradicional e inovadoras no ensino jurídico:

motivação e aprendizagem

Autores

Palavras-chave:

Ensino jurídico, Metodologia ativa, Aprendizagem, Experimento, Comparação.

Resumo

O motivo que deu origem aos Cursos jurídicos no Brasil no século XIX refletiu e ainda reflete na metodologia tradicionalmente utilizada de forma estática e doutrinadora direcionada à transferência do conhecimento jurídico historicamente acumulado, algo que, diante das transformações sociais e tecnológicas pode trazer prejuízo ao aprendizado contemporâneo diante da dispersão, desestímulo e ausência de envolvimento do aluno, aliada a comodidade da exposição teórica praticada pelo professor. Diagnosticado o problema, buscou-se, por meio de experimentos, examinar, comparativamente, os resultados do aprendizado, assim como engajamento e motivação dos discentes quando utilizadas metodologias tradicionais ou ativas em seus aspectos objetivos e subjetivos. O desenvolvimento da pesquisa se deu junto a populações bem delimitadas, assim como em ambiente controlado com a finalidade de alcançar dados estatísticos confiáveis para cada amostra. O resultado obtido demonstrou que metodologias inovadoras centradas no aprendizado dos elementos que compõem as amostras trouxeram maiores índices objetivo se comparado à metodologia tradicional, ainda que reverbere determinado grau de resistência pelos alunos frente ao incômodo decorrente da exigência de mudança comportamental do discente até então passivo.

Biografia do Autor

  • Renato Horta Rezende, PUC/MG

    Mestre, especialista e bacharel em Direito. Advogado inscrito na OABMG desde 2005. Secretário-Geral da Comissão de Direito de Família da OABMG (2019-2021). Professor do curso de pós-graduação em Direito da PUC-MG (2020 até os dias atuais); professor de disciplinas afins ao Direito em cursos de graduação no Centro Universitário UNA (2018 - 2020); foi professor na Faculdade Pitágoras em Curso de graduação em Direito (2018-2019); foi professor na FACISA/MG (2018) no Curso de graduação em Direito; foi professor na APMMG (2014) em curso de formação de Soldados; e foi professor no CECON (2007-2011) em cursos técnico. Ãrbitro inscrito no CONFEJAB (2015). Escritor de livro e vários artigos científicos. Parecerista ad hoc dos periódicos Meritum-MG (B1) e Quaestio Iuris-RJ (B1). Avaliador do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (BASis) (2021).

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Publicado

2022-07-01

Como Citar

Comparação experimental na aplicação de metodologias tradicional e inovadoras no ensino jurídico:: motivação e aprendizagem. (2022). Revista Espaço Acadêmico, 22(235), 81-91. https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/59112