Vinícius de Moraes e a poética da dor:

a banalidade do mal no poema Balada dos mortos nos campos de concentração

Autores

  • Elisandra Faria Universidade Federal de Uberlândia Autor

Palavras-chave:

Poesia brasileira, Genocídio, Shoah

Resumo

O presente trabalho tem por objetivo tecer algumas reflexões sobre o poema Balada dos mortos dos campos de concentração, do poeta Vinícius de Moraes, apontando o fascismo como pilar de uma estrutura corrosiva que resultou no extermínio de aproximadamente seis milhões de Judeus. Nossas reflexões estarão ancoradas em Hanna Arendt, Primo Levi, Gaston Bachelard, Kenia Pereira, dentre outros.Poesia brasileira, Genocídio, Shoah

Biografia do Autor

  • Elisandra Faria, Universidade Federal de Uberlândia

    Possui graduação em Letras pela Universidade Federal de Uberlândia (2002). Desde 2009, está na direção da E.M.Professora Orlanda Neves Strack, onde é lotada como professora de Língua Portuguesa e Literatura. Após concluir a Licenciatura em Letras, pela Universidade Federal de Uberlândia, em 2002, participou de concurso público, efetivando-se na Rede Municipal de Ensino, onde permanece até o momento. Tem especialização em Ciências da Religião, com ênfase em Educação Religiosa Escolar, pela Faculdade Católica de Uberlândia, e Mestrado em Estudos Literários, pela Universidade Federal de Uberlândia (2017).

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Publicado

2023-03-13

Como Citar

Faria, E. (2023). Vinícius de Moraes e a poética da dor: : a banalidade do mal no poema Balada dos mortos nos campos de concentração. Revista Espaço Acadêmico, 22(239), 30-40. https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/60124