Validade de critério da Escala de Autoavaliação do saque do voleibol: Relação entre eficácia, efetividade e autoavaliação do saque de atletas brasileiras infantis

Autores

  • Thais do Amaral Machado Universidade Federal do Paraná Autor
  • Fernanda Patricia Valentim Universidade Federal do Paraná Autor
  • Joice Mara Facco Stefanello Programa de Pós-Graduação em Educação Física - Universidade Federal do Paraná Autor

Palavras-chave:

eficiência, eficácia e voleibol

Resumo

O objetivo deste estudo foi relacionar a autoavaliação do saque, eficiência e eficácia deste fundamento. Participaram do estudo duas equipes femininas de voleibol da categoria infantil, com média de idade 14,63 ± 0,5 anos e tempo de prática 4,92 ± 1,87 anos. Aplicou-se a Escala de Autoavaliação do Saque no Voleibol e realizado escalte técnico do saque. Os resultados apontaram diferenças na eficiência da Equipe “A” (37,26 ± 19,38) e Equipe “B” (53,89 ± 14,18) (p=0,02) e eficácia da Equipe “A” (91,50 ± 5,51) e Equipe “B” (96,21 ± 4,46) (p=0,02). Na autoavaliação houve diferença entre a Equipe “A” 45,20 ± 5,11 e a Equipe “B” 41,78 ± 3,19 (p=0,05). Houve correlação moderada (r= 0,65 p=0,00) entre a autoavaliação e o tempo de prática de ambas as equipes. Conclui-se que a equipe que conquistou a melhor colocação foi a que se apresentou mais eficiente e eficaz na execução do saque. 

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Biografia do Autor

  • Thais do Amaral Machado, Universidade Federal do Paraná
    Programa de Pós Graduação em Educação Física - Universidade Federal do Paraná
  • Fernanda Patricia Valentim, Universidade Federal do Paraná
    Departamento de Educação Física-Universidade Federal do Paraná
  • Joice Mara Facco Stefanello, Programa de Pós-Graduação em Educação Física - Universidade Federal do Paraná
    Departamento de Educação Física

Publicado

2016-05-12

Edição

Seção

Treinamento e Pedagogia do Esporte

Como Citar

1.
Validade de critério da Escala de Autoavaliação do saque do voleibol: Relação entre eficácia, efetividade e autoavaliação do saque de atletas brasileiras infantis. JPhysEduc (Maringá) [Internet]. 12º de maio de 2016 [citado 3º de junho de 2026];27(1):e-2716. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/27647