Deslocamento passivo para escola e fatores associados em adolescentes

Autores

  • Camilo Luis Monteiro Lourenço Universidade Federal de Santa Catarina Autor
  • Marijunio Rocha Pires Universidade Federal do Triângulo Mineiro Autor
  • Marco Aurélio Ferreira de Jesus Leite Universidade Federal de Uberlândia Autor
  • Thiago Ferreira de Sousa Universidade Federal do Triângulo Mineiro Autor
  • Edmar Lacerda Mendes Universidade Federal do Triângulo Mineiro Autor

Palavras-chave:

Atividade Motora. Estilo de Vida Sedentário. Inquéritos Epidemiológicos.

Resumo

O presente estudo objetivou estimar a prevalência do deslocamento passivo para escola e os fatores associados em adolescentes (14-19 anos) do ensino médio de escolas públicas e particulares do município de Uberaba, MG, Brasil. Um total de 1.009 adolescentes participaram deste estudo transversal epidemiológico de base escolar. O desfecho do estudo foi o deslocamento passivo (moto, carro e ônibus), mensurado pela questão “como você normalmente se desloca para escola (colégio)?”. O Odds Ratio (OR) foi a medida de associação empregada nas análises. O deslocamento passivo foi prevalente em 58,3% (IC95%: 55,2-61,4) dos adolescentes e foi associado ao sexo feminino (OR: 1,82; IC95%: 1,32-2,51), aqueles do 3º ano do ensino (OR: 1,67; IC95%: 1,07-2,61) e aos menos ativos no lazer (OR: 1,44; IC95%: 1,03-2,01). Por outro lado, estudar em escolas públicas apresentou uma associação menor (OR: 0,16; IC95%: 0,10-0,26). O deslocamento passivo para escola foi prevalente em mais da metade dos adolescentes investigados e está associado as moças, ao grau mais elevado de escolaridade e ao menor envolvimento com a atividade física no lazer.

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Biografia do Autor

  • Camilo Luis Monteiro Lourenço, Universidade Federal de Santa Catarina
    Doutorando em Educação Física - PPGEF/UFSC

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Publicado

2017-05-22

Edição

Seção

Atividade física e Saúde

Como Citar

1.
Deslocamento passivo para escola e fatores associados em adolescentes. JPhysEduc (Maringá) [Internet]. 22º de maio de 2017 [citado 10º de junho de 2026];28(1):e-2831. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/33595