Torque isocinético da articulação do ombro de jovens atletas de voleibol com e sem histórico de lesão

Autores

  • Whendel Mesquita do Nascimento Universidade Federal do Amazonas Autor
  • Rafael Martins da Costa Autor
  • João Otacílio dos Santos Autor
  • Mateus Rossato Autor
  • Rodrigo Ghedini Gheller Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/jphyseduc.v29i1.2925

Palavras-chave:

Voleibol, Lesão, Torque, Articulação do ombro.

Resumo

Lesões articulares no ombro representam a terceira mais comum em atletas de voleibol, estudos sugerem que o desequilíbrio muscular entre os músculos rotadores internos e externos do ombro podem estar relacionados a tais lesões. Foram comparados os picos de torque (PT) isocinéticos durante a rotação externa e interna do ombro em jogadores de voleibol com histórico de lesão (HL) de ombro e sem histórico (SH). Participaram 21 jogadores de voleibol do sexo masculino (idade: 17,2±1,96 anos; estatura: 183,6±6,63 cm; peso: 75,1±11,50 kg; gordura: 13,4±2,77%) divididos em 2 grupos: HL (n=8); SH (n=13). Foram realizadas duas séries de 5 repetições concêntricas para rotação interna (RI) e externa (RE) do ombro à 60°/s e 180°/s. Calculou-se as razões convencionais de PT: para RE e RI em ambas velocidades. Foram encontrados PTs concêntrico para RE à 60º/s e 180º/s significativamente maiores para o grupo HL, o PT na RI foi maior comparado a externa em ambos os grupos. Apenas a razão convencional à 60º/s, foi significativamente maior para jogadores HL. Conclui-se que os atletas com histórico de lesão de ombro apresentam desequilíbrio muscular, podendo este fator ser considerado um aspecto que tenha levado ao aparecimento do evento lesivo.

 

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Publicado

2018-02-23

Edição

Seção

Comportamento Motor e Biomecânica

Como Citar

1.
do Nascimento WM, da Costa RM, dos Santos JO, Rossato M, Gheller RG. Torque isocinético da articulação do ombro de jovens atletas de voleibol com e sem histórico de lesão. JPhysEduc (Maringá) [Internet]. 23º de fevereiro de 2018 [citado 13º de junho de 2026];29(1):e-2925. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/34376