A complexidade do brincar na educação infantil: reflexões sobre as brincadeiras lúdico-agressivas

Autores

  • Raquel Firmino Magalhães Barbosa Colégio Pedro II, Rio de Janeiro-RJ, Brasil Autor
  • Maria Cecília da Silva Camargo Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria-RS, Brasil Autor
  • André da Silva Mello Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Vitória-ES, Brasil Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/jphyseduc.v31i1.3156

Palavras-chave:

criança, educação infantil, educação física, brincadeiras, complexidade

Resumo

Analisa a complexidade das brincadeiras na Educação Infantil, sobretudo, das brincadeiras lúdico-agressivas. Adota a etnografia, desenvolvida com 40 crianças e uma professora de EF de um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) de Vitória/ES, como método. Os dados foram produzidos por meio da observação participante em aulas de EF e do recreio, em que as narrativas, enunciações e episódios brincantes foram sistematizados em diário de campo e em vídeo. Constata-se que as (re)invenções cotidianas das crianças na produção de brincadeiras lúdico-agressivas, de maneira velada e astuciosa, conferem sentidos às suas práticas brincantes. Busca desconstruir representações pejorativas sobre esse tipo de manifestação lúdica, sinalizando para a sua importância no processo de socialização das crianças e na reorientação das práticas pedagógicas na Educação Infantil.

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Publicado

2020-07-04

Edição

Seção

Artigos Originais

Como Citar

1.
A complexidade do brincar na educação infantil: reflexões sobre as brincadeiras lúdico-agressivas . JPhysEduc (Maringá) [Internet]. 4º de julho de 2020 [citado 9º de junho de 2026];31(1):e-3156. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/46869