Trabalho realizado ao longo da vida de aposentados e fatores associados a inatividade física e condições de saúde
DOI:
https://doi.org/10.4025/jphyseduc.v32i1.3239Palavras-chave:
aposentadoria, trabalho, comportamento sedentário, doença crônica, planejamento em saúdeResumo
Este estudo teve como objetivo identificar as doenças crônicas mais prevalentes entre os aposentados da cidade de Rio Claro-SP e possíveis associações de trabalho realizado durante a vida (manual ou intelectual) com inatividade física, índice de massa corporal, doenças e gastos com serviços de saúde. Trata de um estudo transversal realizado em dois momentos (2014 e 2018). Instrumentos utilizados para coleta de dados: Inquérito de Morbidades Referidas; Questionário desenvolvido por Pimenta (2006); Internacional Physical Activity Questionnaire; Ãndice de massa corporal. Os testes estatísticos aplicados foram o teste Qui-quadrado, de Kruskal-Wallis e Mann Whitney com o ajuste de Bonferroni. A amostra do presente estudo foi composta por 171 aposentados, com maior prevalência de casados ​​(81,3%), com ensino médio incompleto (53,8%), classe econômica "C" (49,1%), trabalho manual realizado ao longo da vida ( 54,4%), obesos (49,1%) e sedentários (33,9%). A análise de associação demonstrou que a maioria da amostra que realizou trabalho manual ao longo da vida associando a hipertensão (valor de p = 0,01) e osteoartrite (valor de p = 0,01). Conclui-se que o trabalho manual parece apresentar maior risco para o desenvolvimento de doenças crônicas.
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