Effects of saddle height on performance and muscular activity during the Wingate test

Autores

  • Bruno Monteiro Moura Universidade Federal de Santa Catarina Autor
  • Vanderson Luis Moro Professor no Centro Universitário Uninorte - Manaus Autor
  • Mateus Rossato Professor da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Manaus Autor
  • Ricardo Dantas de Lucas Professor da Universidade Federal de Santa Catarina Autor
  • Fernando Diefenthaeler Professor da Universidade Federal de Santa Catarina Autor

Palavras-chave:

Cycling. Fatigue. Anaerobic power.

Resumo

This study aimed to analyze the anaerobic performance and muscle activation during a supramaximal cycling test at three different saddle positions. Twelve competitive cyclists completed an incremental cycling test and three 30-s Wingate tests in three different saddle heights (reference, downward, and upward), in a random order, on different days. The saddle height was individually shifted downward and upward (seeing 2.5% of the distance from the pubic symphysis to ground) from the reference position. The electromyographic signal (EMG) data was obtained from the rectus femoris, vastus lateralis, biceps femoris (long head), and gastrocnemius lateralis in order to assess muscle activation during the entire test. The anaerobic variables and the EMG data were divided into six consecutive windows of 5-s. The EMG signals were normalized by the first 5-s window of the reference position to provide the percentage changes throughout the test. The results suggest that during a 30-s Wingate test small changes in saddle height result in greater peak power output (reference=1380±241 W; downward=1497±175 W, p=0.036; upward=1491±225 W, p=0.049) and greater activation period for vastus lateralis (reference=33.6%, downward=33.2%, upward=35.0%; p=0.001) in comparision to rectus femoris (reference=24.5%, downward=25.2%, upward=23.7%), biceps femoris (reference=20.7%, downward=20.8%, upward=19.9%), and gastrocnemius lateralis (reference=21.2%, downward=20.8%, upward=19.9%). The results suggest that small adjustments in saddle height may affect the force-length relationship of the muscles of the lower limb, and consequently their recruitment pattern and their ability to generate force.

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Biografia do Autor

  • Bruno Monteiro Moura, Universidade Federal de Santa Catarina
    Mestre em Biodinâmica do Movimento Humano pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), especialização em Fisiologia e Metabolismo pela Universidade de São Paulo - USP (2009), graduação em Educação Física pela Universidade Federal da Bahia - UFBA (2007). Tem experiência na área de Educação Física, com ênfase em Biomecânica e treinamento de força. Atualmente realiza pesquisa no Laboratório de Biomecânica (BIOMEC) da UFSC.
  • Vanderson Luis Moro, Professor no Centro Universitário Uninorte - Manaus
    Possui graduação em Educação Física- Licenciatura Plena pela Universidade Federal de Santa Maria (2007) e especialização em Atividade Física, Saúde e Desempenho Físico Educação Física- Licenciatura Plena pela Universidade Federal de Santa Maria (2009) e mestrado em Cineantropometria e Desempenho Humano pela Universidade Federal de Santa Catarina (2012). Atualmente é professor do Centro Universitário do Norte - Uninorte. Tem experiência na área de Educação Física, com ênfase em testes, medidas e avaliações do desempenho físico e saúde, ergonomia, anatomia humana, biomecânica e fisiologia do ciclismo e esportes de aventura.
  • Mateus Rossato, Professor da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Manaus
    Graduado em Educação Física pelo CEFD/UFSM em 2002, mestre pelo CDS/UFSC em 2007 e doutorando pelo CDS/UFSC em 2014. Atualmente é professor na FEFF/UFAM. Possui experiência com as disciplinas de Anatomia Humana, Fisiologia Humana, Fisiologia do Exercício, Atividade Física para Grupos Especiais e Biomecânica dos Esportes.
  • Ricardo Dantas de Lucas, Professor da Universidade Federal de Santa Catarina
    Bacharel em Educação Física pela UNESP - Rio Claro (1997), Mestre em Ciências da Motricidade também pela UNESP (2000), Doutor em Educação Física (2012) e estágio Pós-doutorado (2014) pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Atuou como professor colaborador na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) por 5 anos. Atualmente é Professor Adjunto A do Centro de Desporto da UFSC e membro permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação Física da UFSC. Tem experiência na área de Ciências do Esporte, com ênfase em Performance Humana, atuando principalmente nos seguintes temas: treinamento esportivo, avaliação fisiológica, performance humana, exercício contínuo e intervalado. Membro do Colégio Europeu de Ciências do Esporte desde 2011.
  • Fernando Diefenthaeler, Professor da Universidade Federal de Santa Catarina
    Licenciado em Educação Física pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1997), Especialista em Fisiologia do Exercício (2001) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mestre (2004) e Doutor (2009) em Ciências do Movimento Humano pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com período de aperfeiçoamento na University of Texas at Austin, EUA. É pesquisador do Laboratório de Biomecânica da Universidade Federal Santa Catarina na área de neuromecânica e biomecânica aplicada ao esporte e líder do Grupo de Pesquisa em Biodinâmica (GPBIO). Membro da International Society of Biomechanics (ISB), da Sociedade Brasileira de Biomecânica (SBB) e de comitês de avaliação de periódicos nacionais e internacionais. Professor da Universidade Federal de Santa Catarina e técnico de triatlo nível II da Confederação Brasileira de Triathlon.

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Publicado

2017-05-25

Edição

Seção

Fisiologia e Bioquímica

Como Citar

1.
Effects of saddle height on performance and muscular activity during the Wingate test. JPhysEduc (Maringá) [Internet]. 25º de maio de 2017 [citado 4º de junho de 2026];28(1):e-2838. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/29962