INCLUSÃO DE TERMO DE “INÉRCIA” AERÓBIA NO MODELO DE VELOCIDADE CRÃTICA APLICADO À CANOAGEM

Autores

  • Fábio Yuzo Nakamura UEL Autor
  • Thiago Oliveira Borges UEL Autor
  • Fabrício Azevedo Voltarelli UNESP Autor
  • Luis Alberto Gobbo UEL Autor
  • Alvaro Acco Koslowiski CBCA Autor
  • Polyana Cristina Ferreira Pereira UNESP Autor
  • Eduardo Kokubun UNESP Autor

Palavras-chave:

Velocidade crítica, Capacidade anaeróbia, canoagem

Resumo

O objetivo deste estudo foi testar os efeitos da adição de um termo de “inércia” aeróbia [Tempo = CTAinércia / (velocidade – VCritinércia . (1 - exp(-tempo/Ï„))) à equação tradicional velocidade-tempo na canoagem. Distâncias entre 130-2.000 m foram percorridas pelos canoístas homens (H) e mulheres (M) à máxima velocidade. Em ambos os grupos, VCritinércia (M: 3,19 ± 0,17 m/s; F: 2,94 ± 0,11 m/s) foi significantemente menor que a VCrit (M: 3,31 ± 0,21 m/s; F: 3,01 ± 0,14 m/s), sendo o padrão oposto observado para a CTAinércia (M: 165,5 ± 33,0 m; F: 139,0 ± 30,3 m) e CTA (M: 103,6 ± 32,6; F: 105,3 ± 20,7 m). A participação aeróbia predita pelo modelo “inercial” proposto, nas diversas distâncias, forneceu estimativas próximas àquelas definidas pela literatura. Concluiu-se daí que a inclusão de um tempo “inercial” pode prover estimativas adequadas de contribuição aeróbia na canoagem.

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Biografia do Autor

  • Fábio Yuzo Nakamura, UEL
    Concluiu o curso de Bacharelado em Esporte, pela USP, em 1998. Obteve título de doutor em Ciências da Motricidade pela UNESP - Rio Claro, em 2005. Atualmente, é professor adjunto do Departamento de Educação Física da Universidade Estadual de Londrina. Ministra a disciplina de Bases Biodinâmicas da Atividade Motora no curso de Bacharelado em Educação Física. Atua como orientador no Programa Associado de Pós-Graduação em Educação Física UEM/UEL. Lidera o Grupo de Estudo das Adaptações Fisiológicas ao Treinamento (GEAFIT). Atua como consultor da Revista Brasileira de Medicina do Esporte, Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano e Revista da Educação Física/UEM. Possui publicações na área de Fisiologia do Exercício, com ênfase em temas como potência crítica, esforço percebido, variabilidade da freqüência cardíaca, e treinamento no esporte. No momento (2008) coordena o Programa de Pós-Graduação em Educação Física, pela UEL, e é bolsista Produtividade em Pesquisa pelo CNPq, nível 2 Currículo Lattes

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Publicado

2008-05-15

Edição

Seção

Artigos Originais

Como Citar

1.
Nakamura FY, Borges TO, Voltarelli FA, Gobbo LA, Koslowiski AA, Pereira PCF, et al. INCLUSÃO DE TERMO DE “INÉRCIA” AERÓBIA NO MODELO DE VELOCIDADE CRÍTICA APLICADO À CANOAGEM. JPhysEduc (Maringá) [Internet]. 15º de maio de 2008 [citado 16º de junho de 2026];16(1):13-9. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/3398