Prevalência da autoavaliação de saúde negativa em universitários e sua relação com a coocorrência de comportamentos de risco
DOI:
https://doi.org/10.4025/jphyseduc.v33i1.3321Palavras-chave:
nível de saúde, estilo de vida, fatores de risco, estudantes, universidadesResumo
O presente estudo estimou a prevalência da autoavaliação de saúde negativa e analisou a sua associação com comportamentos de risco simultâneos (níveis insuficientes de atividade física, maior exposição ao tempo sedentário e tempo de sono não apropriado) em estudantes de uma universidade pública do ensino superior do estado de Minas Gerais, Brasil. Consiste de um estudo transversal, com informações mensuradas via questionário e a variável desfecho foi a autoavaliação de saúde negativa. As variáveis independentes foram estimadas pelas perguntas referentes ao tempo despendido em: atividade física, tempo sentado e tempo de sono, e esses três comportamentos foram somados conforme os critérios de risco (nenhum, um, dois e três fatores de risco). A associação foi estimada pelas Razões de Prevalências (RP), via regressão de Poisson. Participaram do estudo 1.110 estudantes. A prevalência da autoavaliação de saúde negativa entre os universitários foi de 47,3%, e as prevalências de dois fatores de risco e de três fatores de risco foram de 41,3% e 11,3%, respectivamente. A ocorrência de forma simultânea de três fatores de risco mostrou-se associada com a autoavaliação de saúde negativa em universitários. As informações deste estudo possibilitam caracterizar a necessidade de ações na promoção de saúde no ambiente universitário.
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