O Filho Está em Cima da Mesa: A Censura Paulista nos anos 50
Palavras-chave:
censura paulista – teatro – Eugene Ionesco – anos 50 – paternidade
Resumo
O advento do Teatro do Absurdo trouxe consigo uma série de questões que desafiavam as convenções instaladas do teatro convencional. Baseado nos preceitos desse tipo de teatro e partindo de uma crítica ao vazio da comunicação cotidiana, o autor Eugene Ionesco escreve sua peça de estréia, A Cantora Careca, no início da década de 50. Em 1958, essa peça chega ao Brasil e passa pela avaliação do Departamento de Diversões Públicas do Estado de São Paulo. A partir da intervenção censória paulista nessa peça, discutiremos alguns pontos pertinentes a perfomance do teatro do absurdo e à questão da filiação na sociedade, alvo da ação censória.Downloads
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Publicado
2009-01-06
Como Citar
Casadei, E. B. (2009). O Filho Está em Cima da Mesa: A Censura Paulista nos anos 50. Revista Urutágua, 17(17), 29-35. https://doi.org/10.4025/revurut.v17i17.4764
Edição
Seção
Comunicação
DECLARAÇÃO DE ORIGINALIDADE E CESSÃO DE DIREITOS AUTORAIS Declaro que o presente artigo é original, não tendo sido submetido à publicação em qualquer outro periódico nacional ou internacional, quer seja em parte ou em sua totalidade. Declaro, ainda, que uma vez publicado na Revista Urutágua, editada pelo Departamento de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Maringá, o mesmo jamais será submetido por mim ou por qualquer um dos demais co-autores a qualquer outro periódico. Através deste instrumento, em meu nome e em nome dos demais co-autores, porventura existentes, cedo os direitos autorais do referido artigo à Universidade Estadual de Maringá e declaro estar ciente de que a não observância deste compromisso submeterá o infrator a sanções e penas previstas na Lei de Proteção de Direitos Autorias (Nº9609, de 19/02/98)





