Reforma gerencial do Estado brasileiro: a Terceira Via e as organizações sociais

Autores/as

  • Ana Claudia Rodrigues Russi UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.4025/revurut.vi35.33501

Palabras clave:

Brasil, Sociedade civil ativa, Neoliberalismo, Reforma gerencial.

Resumen

O objetivo central deste estudo é analisar o papel das organizações sociais fomentadas pelo Neoliberalismo de Terceira Via e sua influência na Reforma Gerencial do Estado brasileiro em 1995. Para atender a esse objetivo realizamos uma pesquisa de caráter bibliográfico que buscou apresentar os aspectos centrais e a relação entre as organizações sociais, Reforma Gerencial no Estado brasileiro e a Terceira Via. Buscamos apresentar as múltiplas determinações que envolvem esses temas, no intuito de apreender sua função social no interior da sociedade capitalista. Destacamos que o fomento às organizações sociais é um reflexo da influência das medidas neoliberais na reforma do Estado brasileiro instaurada em 1995, que tem o intuito incentivar o mercado e reduzir os gastos do Estado para com as políticas sociais. Destacamos ainda que a educação e as políticas educacionais são de suma importância para estabelecer o consenso necessário ao encaminhamento das medidas neoliberais. 

 

 

Biografía del autor/a

  • Ana Claudia Rodrigues Russi, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ
    Professora Graduada em Educação Física pela Universidade Estadual de Maringá - UEM. Mestranda bolsista (CNPQ) do Programa de Pós-graduação em Educação -UEM.

Publicado

2017-05-31

Número

Sección

Ciência Política

Cómo citar

Rodrigues Russi, A. C. (2017). Reforma gerencial do Estado brasileiro: a Terceira Via e as organizações sociais. Revista Urutágua, 35, 1-17. https://doi.org/10.4025/revurut.vi35.33501